E naquele noite ela aprendeu, prendeu que quanto mais ela se preocupar, se importar e
demonstrar, menos vão agir do mesmo modo com ela. Aprendeu que quem não merecia
recebia mais carinho e demonstração. Aprendeu que ela não vai receber uma
surpresa em sua casa, não vai receber um buquê de rosas em seu trabalho, aprendeu
que ser romântica não leva a nada. Aprendeu que não se pode esperar nada de
ninguém, assim evita qualquer tipo de decepção.
Aprendeu muito, mas como sempre, guardou tudo naquela caixa cheia de
textos , onde encontrei "o porquê" para escrever esse e tantos outros... e “esqueceu”, E por mais que tivesse aprendido
tudo aquilo, continuaria sendo ela mesma, continuará fazendo o que faz. “Esqueceu”
toda a tristeza, mas se a conheço bem, sei que ela pediu apenas ainda mais paciência.
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Dois dias
Ela tinha aquele problema de não esquecer as coisas. Não tinha nada que a irritava mais do que ficar sem saber o que fazer, desde sempre planejava tudo e odiava quando as coisas saiam do eixo. Odiava mais ainda não ter respostas. Mas ela tinha aquele jeito dela, não seria diferente dessa vez, tinha se dado um prazo, tinha dado um prazo. Faltava 2 dias. Ou algo ou nada ocorreria, ou ia ou não ia, teria uma resposta ou não teria. Levaria alguém pra fora da escuridão , ou apenas ela sairia.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Ventura
E mais uma vez eu a observava de longe...
Ela sempre com aquele seu jeito de não querer de atrapalhar, preferindo se isolar, ficar no canto dela. Ela gostava de fazer de tudo, mas quando parava não fazia de nada mais. Ela se permitia até um certo ponto, afinal, era orgulhosa.
Ela era direta, gostava de coisas simples, respostas curtas...
E mesmo de longe, dava pra perceber que algo estava acontecendo, bom ou ruim, não se sabia, não se sabia ainda...
Mas lá estava ela, como sempre com seu caderno em mãos escrevendo, enquanto esperava que tudo isso acabasse logo.
Mas ela era assim, ela tinha aquele jeito tão próprio, e ao mesmo tempo tão estranho... Tinha algo nela que me agradava, tinha algo nela que simplesmente era tão eu.
Ela sempre com aquele seu jeito de não querer de atrapalhar, preferindo se isolar, ficar no canto dela. Ela gostava de fazer de tudo, mas quando parava não fazia de nada mais. Ela se permitia até um certo ponto, afinal, era orgulhosa.
Ela era direta, gostava de coisas simples, respostas curtas...
E mesmo de longe, dava pra perceber que algo estava acontecendo, bom ou ruim, não se sabia, não se sabia ainda...
Mas lá estava ela, como sempre com seu caderno em mãos escrevendo, enquanto esperava que tudo isso acabasse logo.
Mas ela era assim, ela tinha aquele jeito tão próprio, e ao mesmo tempo tão estranho... Tinha algo nela que me agradava, tinha algo nela que simplesmente era tão eu.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Neurose
Ela é do tipo que se
encanta com as pequenas coisas. Que se encanta por uma demorada troca de olhares, enquanto ganha
um cafuné. Que gosta de uma sms na madrugada, ou uma ligação inesperada. Ela não
é muito de falar, muito menos de cobrar. Ela é do tipo que não exige muito, mas
também não se contenta com pouco.
Por mais que ela se identifique com a pessoa, ela é desconfiada,
ela veste uma certa armadura, da qual são raros os momentos que ela se sente
confortável para tira-la.. Ela sente, mas não demonstra. Ela prefere assim,
prefere de certo modo se manter afastada.
Ela sempre gostou de mistérios, na realidade ela é um. É
daqueles que é quase impossível
decifrar, ao menos, ninguém até hoje conseguiu. Ela até tenta se deixar levar,
ou deixar alguém a descobrir, mas passado algum tempo isso vai a sufocando, fazendo-a preferir ficar
sozinha, existe algo nela que a faz preferir
a solidão de seus próprios pensamentos.
Afinal,
o que ela pensa, isso ninguém nunca irá descobrir. E ela pensa muito,
pensa muito sobre tudo. Talvez apenas o
que ela sinta seja medo, medo de que alguém entre no seu mundo e não a
compreenda, medo bobo, por mais que ela
isso reconheça. Mas talvez ela apenas não passa de uma vítima, uma vítima de si mesmo,
de suas próprias frases e da sua própria consciência.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
No surprise
Por que não aproveitar o hoje? Por que não sonhar com o
impossível, acreditar e fazer o possível? Por que não deixar seus medos de
lado? Ou até mesmo, por que não fazer o errado?
Nenhum sonho cabível, é tão impossível que não possa ser
realizado. Tu precisa acreditar em si, correr atrás, não desistir por mais
difícil que possa parecer e ser, assim tu vai muito além do que tu podia imaginar.Não tenha medo de se apaixonar. Não é
nenhum crime. Ame e que seja recíproco! Mas se não der certo, não se preocupe, de coração partido, você não
morrerá. Saia com teus amigos, faça festa, saia da rotina, mude ambiente, se
divirta, ria até doer a barriga, cante , grite, aproveite a vida. Pare de
preocupar tanto com as conseqüências, nenhuma merda é feita que não possa ser
limpada. Mas faça tudo, sabendo que tudo tem uma conseqüência.
Faça seus planos, mas não planeje tudo. Deixe se surpreender, deixe acontecer. Viva a sua vida, viva até mesmo a sua rotina,
prestando atenção e dando valor aos pequenos detalhes que mudam o teu
dia-a-dia. Não apenas peça, mas sim, também agradeça. Agradeça pelo mais
importante, agradeça pela sua vida. Viva
cada dia como se fosse o ultimo, viva com a única certeza, que não é nenhuma
surpresa se você não estiver aqui amanhã.
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